O texto trata de um movimento filosófico que se desenvolveu em alguns países da Europa, no século XVIII, o Iluminismo ou Ilustração. Esse movimento é marcado pela saída do homem de sua menoridade (que se caracteriza pela sua incapacidade de entendimento sem o auxílio de um outro entendimento pré-existente). Kant utilizava de um lema latino que diz “Sapere aude!” ou seja, "tenha coragem de usar seu próprio entendimento!".
O indivíduo, habituado à sua menoridade, permanece nela pois sempre há outro para fazer e pensar por ele. Um objeto simples como um livro, faz o homem desligar-se de sua capacidade de entendimento e usar o entendimento contido nele, por exemplo.
Covardia e preguiça são razões pelas quais indivíduos permanecem na menoridade sem a “culpa” por estar em tal estado. Diante disso e a partir do pensamento kantiano de que razão e experiência devem se sobressair frente à busca pelo entendimento da realidade, o Iluminismo propõe que o ser humano se utilize de suas concepções e as exteriorize, alcançando assim a maioridade, ou seja, sua emancipação nas formas de agir e pensar.
Para alcançarmos a ilustração, devemos nos desprender de nosso preconceitos com a destruição de um despotismo pessoal ou da opressão gananciosa ou tirânica para que ela possa ser realizada pela revolução, ou então novos preconceitos se atrelarão as grandes massas não pensantes. Apesar de que somente a liberdade é necessária para a ilustração. Essa liberdade de fazer uso público da própria razão a respeito de tudo libertará o povo para novas e melhores concepções da realidade.
Alunos:
Indhira Lacerda 1221120021
Rodrigo Martins 1221120027
Nayara Costa 1221120120
Luis Gustavo 1221120071
Luiza Marta 1221120058